quarta-feira, 11 de novembro de 2009

atividade à distância 3

COMO UTILIZAR A INTERNET NA EDUCAÇÃO
(JOSÉ MANUEL MORAN)

O acesso a internet está explodindo sendo esta mídia a mais promissora desde a televisão.pessoas usam dela para criar sites, vender produtos, postar opiniões sem consultar ninguém.
Na educação o uso da internet é crescente seja em escolas tradicionais ou à distancia. Nenhuma Universidade quer ficar para trás. Criam sites formais ou inovadores, divulgam o seu produto, produzem pesquisas individuais ou em grupos, agregam valores ao seu próprio produto e estabelecem conexões ilimitadas.
Através do artigo 80 da Nova LDB/96 as modalidades do ensino à distância e continuada foram incentivadas em todos os níveis.
A internet torna-se apoio entre a comunicação livre e rápida entre todos os envolvidos no processo de educação.
Moran apresenta alguns relatos de experiência positiva no uso da internet no ensino presencial ou seja, organizado para o encontro físico em sala de aula. Assim foram introduzidas formas de pesquisa e comunicação não presenciais a fim de ajudar a renovar a forma de dar aula e relacionar-se dentro e fora da sala de aula.
Foram as experiências citadas:
A ESCOLA DO FUTURO- desenvolve projetos de ensino de ciências e de humanidades com redes telemáticas desde 1990.
O COLÉGIO MUNICIPAL ALCINA-começou com dois computadores XT e atualmente desenvolve 14 projetos educacionais.

Além de estabelecer relações mais dinâmicas entre os usuários o uso da internet requer que o professor fique atento ao ritmo de aprendizagem e reação de cada aluno.
Ao utilizar a internet em sala de aula o professor deve coordenar o processo de colher informações na rede e organizá-las construindo conhecimento.
Ao fazer pesquisas deverá partir do geral para o específico. Pedir que os alunos anotem informações importantes para a construção do conhecimento adquirido. A navegação requer bom senso, gosto estético e intuição.
Na hora da comunicação percebe-se que cada um procura seus semelhantes, porém uma das maravilhas da internet é a de comunicar-se com o inesperável o diferente ou o exótico. Ao errar, talvez estejamos acertando, ou vice-versa.
Portanto, com o uso da internet em sala a qualidade das aulas melhora. Melhora a motivação dos alunos, a relação entre o aprendido e a vida porque o conhecer torna-se significativo.
Um problema em utilizar a internet em sala seria o desencontro entre informações (os dados) e o conhecimento. Outro seria a perda de tempo na rede devido ás crescentes informações e dados diariamente disponíveis. Além da impaciência dos alunos, a conciliação dos diferentes momentos de tempo dos alunos e a falta de participação de alguns professores.
Assim sendo há a necessidade de integrar a internet com as demais tecnologias, sem favorecer esta ou aquela, mas sim proporcionar a participação dos alunos no processo interativo de construção do conhecimento.
Fonte: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-19651997000200006

ATIVIDADE 2

NETIQUETA- A ETIQUETA NA INTERNET



 Combine letras maiúsculas e minúsculas, da mesma forma que na escrita comum. Cartas em papel não são escritas somente com letras maiúsculas; na Internet, escrever em maiúsculas é o mesmo que gritar!

 Para enfatizar frases e palavras, use os recursos de _sublinhar_ (colocando palavras ou frases entre sublinhados) e *grifar* (palavras ou frases entre asteriscos). Frases em maiúsculas são aceitáveis em títulos e ênfases ou avisos urgentes.

 A linha Assunto ou Subject deve estar sempre preenchida com o assunto tratado em sua mensagem de e-mail. A linha de assunto deve ser relacionada ao assunto tratado na mensagem. Quando for inevitável uma mensagem mais longa, avise na linha de assunto. Por exemplo: Subject: Reuniao de sexta (msg longa!)


 Procure responder a todas as mensagens pessoais. Lembre-se de agradecer às pessoas que o ajudarem.

 É boa a prática de deixar linhas em branco entre blocos de texto. Dessa forma, o texto fica organizado e mais fácil de ler, mesmo que a mensagem seja longa.

 Cite sempre a mensagem respondida, indicando "quem" disse "o quê".

 Fazer spam é enviar mensagens por e-mail para dezenas de pessoas, listas ou newsgroups, não importando o assunto da lista, ou o interesse das pessoas destinatárias das mensagens.
A prática de "spamming" não é um mero fator de aborrecimento para os internautas, pois chega a ser prejudicial: ao espalhar mensagens em diversos pontos de distribuição, muitas pessoas de uma mesma rede podem receber várias cópias, causando a sobrecarga das caixas de e-mail, entre outros transtornos.
Ao receber mensagens com alertas sobre vírus, correntes de qualquer tipo, histórias estranhas, não passe adiante. Comente com amigos que já tenham mais experiência, com o suporte de seu provedor, ou responsáveis pelo equipamento utilizado.

 SEJA CLARO E OBJETIVO.

 Evite escrever mensagens em caixa alta. ESCREVER USANDO SOMENTE LETRAS MAIÚSCULAS FAZ SUPOR QUE O AUTOR ESTÁ FALANDO EM VOZ ALTA OU GRITANDO. Quando quiser ressaltar uma frase ou palavra use *escreva entre sinais de asteristico*, que obterá o mesmo efeito.

FONTES: http://www.torque.com.br/dicas/internet/netiqueta.htm
www.icmc.usp.br/manuals/.../netiqueta.html

ATIVIDADE 1

As múltiplas formas do aprender

A sala de aula sofre constantes mudanças e atualizações. A tecnologia torna possível a Educação a Distância como forma de desenvolvimento pessoal e grupal. Para tanto o profissional precisa estar atualizado e informado sendo flexível e maduro.
José Manuel Moran, doutor em Comunicação pela USP, avaliador de cursos a distância no MEC e coordenador de EAD da Faculdade Sumaré de São Paulo concedeu entrevista à Atividades e Experiências e nela apresenta seu pensamento sobre as tecnologias e a forma de aprender.

Primeiramente diz que as tecnologias começam isoladas, mas tendem à proximidade entre elas; que o celular é a tecnologia que agrega maior valor e que a internet promoveu consideráveis mudanças nos últimos 20 anos.
A internet promove mudanças na educação presencial e à distancia. Possibilita o estudo individual e disciplinado e a interação instantânea entre os envolvidos.
Moran acrescenta que o quadro negro e o giz acompanharão os profissionais por muito tempo ainda porque, em muitas escolas, ainda falta estrutura que possibilite o uso de modernas tecnologias. Porém, o ambiente escolar precisa ser agradável, confortável com aparelhagem moderna para que seja possível uma aprendizagem de qualidade.
Algumas escolas usam das tecnologias para melhorar o trabalho que realizam na escola, para divulgar as atividades escolares e mais aprofundadamente, utilizam das tecnologias para repensar o próprio currículo, alterá-lo e adequá-lo às necessidades atuais.
Todas estas mudanças requerem um profissional mais completo, integralizado com afetividade, tecnologia e a ética. Com o avanço da tecnologia os profissionais precisam apresentar-se mais maduros, flexíveis, humanizados. Precisam ser professore-pesquisadores atuantes e dinâmicos.
Muitos alunos ainda não possuem acesso à tecnologia. Outros têm em casa mais tecnologia que na escola. Assim, a escola precisa mediar teoria e prática, avançar nas atividades dinâmicas e proporcionar aprendizado competente.
A mídia é atrativa, imediatista e lógica. A escola precisa favorecer atividades de construção do conhecimento intelectual aliado ao emocional dos alunos.
Ao educar construímos caminhos. Nada de radicalidade nem de seguir perigosas tendências. O caminho precisa ser sólido, agradável, producente. Devemos equilibrar as tecnologias oferecidas com as necessidades e realidades dos alunos numa convivência afetiva e carinhosa.


FONTE: http://www.eca.usp.br/prof/moran/

AS MÚLTIPLAS FORMAS DE APRENDER

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Você sabe de onde saiu o ponto de interrogação?

A escrita

já tinha sido inventada.

Todas as letras,

as sílabas, as palavras.

Mas houve uma fase

em que escrever uma frase

estava causando

a maior confusão.

Tudo porque ainda não existia

O ponto de interrogação.

Alguém escrevia

por exemplo

qualquer coisa besta

como “Hoje você vai à festa”

e recebia como resposta

algo assim:

“Você não manda em mim”.

E logo tinha que esclarecer:

“Sua anta, isso era só uma pergunta”.

Pronto, virava uma briga

só por causa do ponto.

Até que alguém se deu conta

que quem pergunta

não apenas fala,

mas também escuta.

Então deu na sua telha

de colocar sobre o ponto final

o desenho de uma orelha.

Já prestou atenção?

Tem uma orelha
no ponto de interrogação.

Ricardo Silvestrin